Creative Strategy e Storytelling. Dizemos o mesmo que todos, mas fazemos diferente de todos.

1.April.2019

Não há agência, seja qual for a dimensão ou posicionamento, que não fale hoje em storytelling. E não há keynote speaker, do mais interessante com boas histórias para nos contar, aos novos “profissionais” das talks, que não fale de storytelling como algo que deve viver a 360º na comunicação. E qual é problema? O problema é que na 9 dizemos exactamente o mesmo : )

Então, como podemos querer diferenciar-nos como agência se defendemos exactamente o que todos dizem? A resposta é fácil mas nem sempre simples: implementando mesmo aquilo que defendemos.

Na 9, desde o início da agência, que acreditamos que a parte mais fundamental da estratégia criativa (o que hoje todos chamam vulgarmente de storytelling) é o potencial da mesma ser aplicada de forma coerente, consistente, complementar e com impacto nos mais diversos suportes de comunicação, quaisquer que eles sejam. Não o dizemos por dizer, fazemos acontecer!

Com a chegada abrupta da revolução digital, esta nossa defesa tornou-se ainda mais lógica e fundamental. A dispersão dos suportes de comunicação e as diferentes formas de transmitir mensagens aos clientes necessitam de uma agilidade criativa e versatilidade de conhecimento que muitas agências não exercitam ou não implementam. Muitas vezes até têm os departamentos necessários mas estes estão tão divididos em silos e afastados uns dos outros que acabam por matar a coerência entre peças de uma mesma campanha e o storytelling deixa de existir o que retira força à marca.

Este factor, comum nas maiores agências, só tornará uma campanha já por si dispersa pelos novos media numa ideia igualmente dispersa.

Mesmo em lançamentos de startups ou marcas mais pequenas e campanhas com budget de media reduzido, é fundamental que o investimento seja mais certeiro e coerente. Assim sendo, ter um storytelling coeso torna-se ainda mais importante, evitando o risco de se investir em conversas pontuais que não trazem solidez à marca.

Na 9, as ferramentas são trabalhadas em conjunto, por pessoas que trabalham estes diferentes suportes também em conjunto, sentadas à mesma mesa e, quando necessário, com outros players especialistas na cabeceira.

É isso o que nos torna diferentes e coerentes. É o que torna o storytelling forte mesmo que se vá buscar partes da história a lugares diferentes. Misturamos knowhow, cruzamos valências, experimentamos equipas de disciplinas diferentes, e, acima de tudo, respeitamos todos, sem exceção, que uma boa ideia central deve ganhar com a intervenção de uma equipa multidisciplinar. Esta ideia não se pode nunca perder pelo caminho. Este é o storytelling da 9 para que o seu storytelling seja um sucesso.